Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse que poderá pedir ajuda da Polícia Militar (PM) para fiscalizar a aglomeração em bares. Durante o final de semana, foi grande o número de pessoas sem máscaras e sem o distanciamento mínimo estabelecido nos bares da capital fluminense, sendo que muitas se negaram a sair, desrespeitando a presença de fiscais da prefeitura.

“A gente tem que pedir à Polícia Militar para acompanhar os nossos fiscais. Porque há um desacato às autoridades. Os fiscais vão ali para salvar as pessoas, que estão se expondo a uma doenças perigosa. A partir do momento em que eles são recebidos com tanta violência verbal e até ameaças, nós vamos precisar pedir o apoio da Polícia Militar, para intervir e levar para a delegacia. Isto é crime de desobediência”, disse Crivella.

Segundo o prefeito, quem descumpre as medidas de distanciamento social, coloca a própria vida e a dos outros em risco: “Pior que o coronavírus é o surto de imprudência, de negligência. Isso depende da consciência de cada um. Não faz sentido nenhum a gente ter de novo uma pandemia, uma curva alta, por imprudência das pessoas”.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse que poderá pedir ajuda da Polícia Militar (PM) para fiscalizar a aglomeração em bares. Durante o final de semana, foi grande o número de pessoas sem máscaras e sem o distanciamento mínimo estabelecido nos bares da capital fluminense, sendo que muitas se negaram a sair, desrespeitando a presença de fiscais da prefeitura.

“A gente tem que pedir à Polícia Militar para acompanhar os nossos fiscais. Porque há um desacato às autoridades. Os fiscais vão ali para salvar as pessoas, que estão se expondo a uma doenças perigosa. A partir do momento em que eles são recebidos com tanta violência verbal e até ameaças, nós vamos precisar pedir o apoio da Polícia Militar, para intervir e levar para a delegacia. Isto é crime de desobediência”, disse Crivella.

Segundo o prefeito, quem descumpre as medidas de distanciamento social, coloca a própria vida e a dos outros em risco: “Pior que o coronavírus é o surto de imprudência, de negligência. Isso depende da consciência de cada um. Não faz sentido nenhum a gente ter de novo uma pandemia, uma curva alta, por imprudência das pessoas”.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse que poderá pedir ajuda da Polícia Militar (PM) para fiscalizar a aglomeração em bares. Durante o final de semana, foi grande o número de pessoas sem máscaras e sem o distanciamento mínimo estabelecido nos bares da capital fluminense, sendo que muitas se negaram a sair, desrespeitando a presença de fiscais da prefeitura.

“A gente tem que pedir à Polícia Militar para acompanhar os nossos fiscais. Porque há um desacato às autoridades. Os fiscais vão ali para salvar as pessoas, que estão se expondo a uma doenças perigosa. A partir do momento em que eles são recebidos com tanta violência verbal e até ameaças, nós vamos precisar pedir o apoio da Polícia Militar, para intervir e levar para a delegacia. Isto é crime de desobediência”, disse Crivella.

Segundo o prefeito, quem descumpre as medidas de distanciamento social, coloca a própria vida e a dos outros em risco: “Pior que o coronavírus é o surto de imprudência, de negligência. Isso depende da consciência de cada um. Não faz sentido nenhum a gente ter de novo uma pandemia, uma curva alta, por imprudência das pessoas”.

Fonte: EBC