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O ministério da Educação está sem ministro desde 18 de junho, com a saída de Abraham Weintraub. Após polêmicas sobre irregularidades no currículo de Carlos Decotelli, que levou à sua demissão antes mesmo de assumir o cargo, um novo nome foi cotado para assumir a pasta.

O secretário de Educação do estado do Paraná, Renato Feder, havia sido cotado para o cargo. No entanto, ele afirmou neste domingo (5), que havia recusado o convite do presidente Jair Bolsonaro para assumir o ministério. A expectativa é que Bolsonaro indique um novo nome ainda hoje (6).

Segundo a BBC News Brasil, a proximidade de Feder com o governador de São Paulo, João Doria – atual rival de Bolsonaro – e algumas posições do secretário, como a legalização das drogas, levou a ala ideológica do governo à uma campanha contra sua nomeação.