Foto: Sérgio Lima/Poder360

A Polícia Federal atendeu, na madrugada desta segunda-feira (15), o pedido de prisão no âmbito do inquérito sobre os atos antidemocráticos, feito pela Procuradoria-Geral da República (PRG) e aceito pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), da ativista bolsonarista Sara Winter, líder do movimento armado de extrema direita chamado “300 do Brasil”.

O movimento havia montado um acampamento em Brasília, na Esplanada dos Ministérios. No último sábado de maio, dia 30, Winter liderou um protesto em frente ao STF em que os manifestantes usavam máscaras e tochas que faziam alusão ao grupo supremacista branco Ku Klux Klan (KKK) dos Estados Unidos.

Neste último sábado (13), um grupo de 20 pessoas do movimento invadiu a parte de cima da Cúpula do Congresso e logo em seguida, manifestantes soltaram fogos de artifício ao STF. O presidente da Corte, Dias Toffoli, pediu à PRG que abrisse uma investigação para responsabilizar os autores dos disparos. Vídeos foram gravados insultando ministros, Congresso, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. O governador, por sua vez, demitiu o

Winter também é alvo do inquérito das fake news contra o STF e foi expulsa do partido Democratas (DEM) após publicar um vídeo afirmando ter vontade de “trocar socos” com o ministro Alexandre de Moraes. A líder do movimento de extrema direita e outras cinco pessoas foram levadas para cumprir prisão temporária, de cinco dias, na Superintendência da PF em Brasília.