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  A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,160 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,151 bilhões na primeira semana de fevereiro deste ano, com exportações de US$ 4,656 bilhões e importações de US$ 3,495 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 19,096 bilhões e as importações, US$ 19,670 bilhões, com saldo negativo de US$ 575 milhões e corrente de comércio de 38,766 bilhões.

Quanto às exportações, houve um aumento de 18,3% ao comparar as médias da primeira semana de fevereiro deste ano (US$ 931,1 milhões) e a de fevereiro do último ano (US$ 786,9 milhões), devido a um incremento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+32,8%, de US$ 97,7 milhões para US$ 129,7 milhões, em razão sobretudo de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, ferro fundido, celulose, ouro em formas semimanufaturadas); básicos (+19,4%, de US$ 397,0 milhões para US$ 473,8 milhões, puxado, especialmente, pelo petróleo em bruto, carnes de frango, bovina e suína, minério de ferro, algodão em bruto) e manufaturados (+12,1%, de US$ 292,2 milhões para US$ 327,6 milhões, devido a óleos combustíveis, tubos flexíveis de ferro ou aço, centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, gasolina, bombas, compressores e ventiladores).

Em comparação a janeiro deste ano, nota-se um acréscimo de 41,9% por conta da expansão nas vendas de produtos básicos (+45,0%, de US$ 326,8 milhões para US$ 473,8 milhões), manufaturados (+41,6%, de US$ 231,4 milhões para US$ 327,6 milhões) e semimanufaturados (+32,1%, de US$ 98,2 milhões para US$ 129,7 milhões).

No que diz respeito às importações, a média diária da primeira semana de fevereiro deste ano, de US$ 699,1 milhões, foi 10,8% superior à média de fevereiro do ano passado (US$ 631,1 milhões). Nessa comparação, percebe-se um aumento nos gastos, sobretudo com farmacêuticos (+39,8%), plásticos e obras (+15,8%), equipamentos mecânicos (+11,7%), combustíveis e lubrificantes (+7,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+6,1%).

Em relação a janeiro deste ano, houve uma retração de 4,9% causada pela diminuição nas compras de aeronaves e peças (-41,7%), siderúrgicos (-11,5%), equipamentos mecânicos (-11,5%), equipamentos eletroeletrônicos (-7,7%), instrumentos de ótica e precisão (-7,0%).