Foto: Adrienne Tivy / Universidade de Yale

No dia 30 de novembro a Rússia testou um míssil supersônico no Ártico Russo. Era um míssil ar-solo, chamado Kinjal, capaz de carregar uma ogiva nuclear.   

Moscou vê, cada vez mais, a importância do Ártico, e a China também. As questões do Ártico, por conta dos seus recursos minerais e o aquecimento global, tornaram o Ártico navegável por mais um ano. 

Uma corrida armamentista no Polo Norte preocupa sobretudo os Estados Unidos por conta do Alasca. E, também, à Suécia que já está aumentando o seu orçamento de defesa por conta das ações dos russos, e à Dinamarca por conta da Groenlândia. 

As ações militarista no Ártico também despertam imensa preocupação junto aos ambientalistas já que os interesses econômicos estão motivando os movimentos da Rússia e da China. 

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