Nesta semana chegará ao Congresso a proposta de reforma administrativa do governo. O tema é considerado prioritário para a equipe econômica e para as lideranças do Congresso. Muitos dos privilégios que os funcionários públicos tem serão cortados e deverá haver limites às mordomias, como férias de 60 dias no Judiciário.  A chamada PEC Emergencial propõe corte de 25% na jornada dos servidores e o fim da progressão – que garante aumentos por tempo de serviço.
 Os lobbies dos servidores e funcionários públicos já está em campo visando convencer parlamentares para criar dificuldades à tramitação da proposta. Outro tema que enfrentará resistência é o fim da estabilidade que assegura emprego até o fim da vida ou aposentadoria de quem trabalha no serviço público.
Caso a proposta seja aprovada, haverá uma economia anual de 15 bilhões de reais que hoje são consumidos com os privilégios, mordomias e benefício que jamais os trabalhadores privados sonharam em ter.  Algumas carreiras de elite vão ter a estabilidade mantida por serem consideradas posições estratégicas para o funcionamento do Estado.
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