Foto: Heino Kalis/Reuters

A balança comercial alcançou superávit de US$ 14,0 milhões e corrente de comércio de US$ 8,446 bilhões nas duas primeiras semanas de novembro deste ano, com exportações no valor de US$ 4,230 bilhões e importações de US$ 4,216 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 189,766 bilhões e as importações, US$ 154,831 bilhões, com saldo positivo de US$ 34,935 bilhões e corrente de comércio de 344,597 bilhões.

Quanto à análise do mês, as exportações, ao comparar as médias até a segunda semana de novembro deste ano (US$ 705,0 milhões) com a de novembro do ano passado (US$ 1,047 bilhão), nota-se uma diminuição de 32,6% por conta da queda nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (-41,0%, de US$ 421,4 milhões para US$ 248,7 milhões, em razão de laminados planos de ferro/aço, partes de motores e turbinas para aviação, tratores, autopeças, polímeros plásticos, motores para veículos automóveis e suas partes); semimanufaturados (-28,3%, de US$ 128,4 milhões para US$ 92,1 milhões, em virtude sobretudo de semimanufaturados de ferro/aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, açúcar de cana em bruto, ferro-ligas) e básicos (-26,7%, de US$ 496,7 milhões para US$ 364,2 milhões, graças, em especial, ao petróleo em bruto, minério de ferro, soja em grão, café em grão, fumo em folhas). Em comparação a outubro deste ano, percebe-se um decréscimo de 11,1% por conta da queda nas vendas de produtos básicos (-16,4%, de US$ 435,8 milhões para US$ 364,2 milhões), semimanufaturados (-11,0%, de US$ 103,5 milhões para US$ 92,1 milhões) e manufaturados (-1,8%, de US$ 253,4 milhões para US$ 248,7 milhões).

No que diz respeito às importações, a média diária até a segunda semana deste mês, de US$ 702,7 milhões, foi 16,7% inferior à média de novembro do último ano (US$ 843,1 milhões). Relativamente, houve uma redução nos gastos, especialmente com veículos automóveis e partes (-23,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (-17,2%), combustíveis e lubrificantes (-13,9%), adubos e fertilizantes (-12,8%), equipamentos eletroeletrônicos (-5,4%). Em comparação a outubro deste ano, houve um decréscimo de 5,1%, puxado pelas quedas nas compras de cobre e suas obras (-23,1%), veículos automóveis e partes (-15,1%), equipamentos mecânicos (-12,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (-12,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (-9,9%).

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