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A pressão realizada pelos Estados Unidos para que a chinesa Huawei seja boicotada, sob a justificativa de que a empresa possa servir como braço de espionagem do Estado chinês parece começar a fazer efeito.

Na última quarta-feira (09/10), um grupo de segurança composto pelos 28 membros da União Europeia, endossado pela Comissão do Bloco, divulgou um documento em que alerta para o fato de que “empresas não europeias” que mantêm “laços fortes com seus países” podem estar “sujeitas à pressão de seus governos” e, no caso de estes “não se guiarem pelo sistema de pesos e contrapesos comuns nas democracias”, devem se submeter ao escrutínio do bloco.

O recado não poderia ser mais claro, mas o porta-voz da Huawei não demonstrou preocupação. Segundo comunicado da gigante chinesa, “Nós felicitamos a preocupação da União Europeia com a segurança envolvendo a rede 5G. Somos uma empresa 100% privada, que pertence a seus empregados e a segurança cibernética é a nossa prioridade número um”.

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