Evan Vucci/AP
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Trump resolveu dobrar a aposta. E não apenas ao solicitar publicamente que um Estado se intrometa no processo eleitoral americano, mas também ao repetir tal estratégia contando com um país pouco interessado no benefício dos americanos: a China.

Mais cedo, nesta quinta-feira (03/10), o presidente disse o seguinte: “A China deveria começar a investigar a família Biden porque o que houve lá foi ainda pior do que o que aconteceu na Ucrânia”.

A declaração se dá na esteira da abertura do processo de impeachment motivada por um telefonema entre Trump e o presidente ucrâniano, Volodymyr Zelenski, em que o mandatário americano pede para que uma investigação seja aberta contra Joe Biden e seu filho, Hunter.

É como se o candidato à reeleição mandasse um recado. Ele não precisa se esconder. Tanto faz se o pedido de ajuda é feito na surdina ou com todas as letras. Às favas com o choro dos democratas e a indignação dos constitucionalistas.