Divulgação/BeefPoint
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Nesta segunda-feira (09), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu um comunicado da Administração Geral da Aduana da China (GACC), órgão de sanidade chinês, no qual aponta a habilitação de mais 25 frigoríficos para a exportação imediata de carnes para o país asiático. Dessas plantas habilitadas, 17 são produtores de carne bovina, 6 de frango, 1 de porco e 1 de asinino.

O número de frigoríficos habilitados subiu de 64 para 89, com a decisão do governo chinês, graças às negociações entre o Mapa, em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil em Pequim, e o GACC. Para tanto, a ministra Tereza Cristina e comitiva viajou, em maio, em uma missão oficial para China e outros países asiáticos a fim de ampliar a venda dos produtos agropecuários brasileiros.

Espera-se agora um aumento dos preços do boi devido a maior disputa pela matéria-prima e a crescente necessidade de mais compras para atender a demanda que deverá ser intensificada. Assim, os negócios poderão dinamizar o mais rápido possível.

O Mapa havia suspendido a emissão dos certificados em razão de um caso atípico de doença no estado de Mato Grosso, em atendimento a um protocolo bilateral assinado entre os dois países, em 2015. Na nova decisão, o Centro-Oeste figura como a região com o maior número de frigoríficos autorizados – 12 empresas, das quais a grande maioria está localizada no estado de Mato Grosso.