José Cruz/Agência Brasil
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As três empresas que venceram, em março, o leilão para concessão de 12 aeroportos brasileiros, divididos em blocos regionais, assinaram nesta sexta-feira seus respectivos contratos com o governo.

Assinados de forma simbólica no Palácio do Planalto,  com a presença do presidente Jair Bolsonaro, por representantes das empresas, por Juliano Noman (diretor da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC) e por Tarcísio Gomes de Freitas (ministro da Infraestrutura), os contratos têm validade de 30 anos.

A divisão feita foi: Bloco Nordeste (Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e Campina Grande) foi arrematado pela espanhola Aena Desarollo por R$ 1,191 bilhão; Bloco Sudeste (Vitória e Macaé) foi arrematado pela suíça Zurich Airport Latin America por R$ 441 milhões; e Bloco Centro-Oeste (Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta) foi arrematado pelo consórcio brasileiro Aeroste por R$ 40,4 milhões.

Segundo a ANAC, as empresas têm por função investir na ampliação e manutenção dos aeroportos concedidos – investimento este de R$ 1,47 bilhão nos cinco primeiros anos da concessão.