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A já acirrada disputa no serviço de streaming tende a alcançar novos patamares nos próximos meses, com Hulu, Amazon Prime e especialmente a Apple interessados em tirar a Netflix da sua zona de conforto.

Pois o YouTube entrará nessa disputa de uma maneira diferente: em vez de concorrer por assinantes — este era o plano inicial até meados de 2018, quando inclusive a companhia chegou a construir estúdios em Los Angeles para suas produções, que sustentariam o produto Youtube Premium —, optou por lucrar com propaganda.

Tanto que decidiu tornar gratuito o acesso às suas produções, em uma versão com anúncios liberados.

Segundo analistas, só no ano passado a empresa lucrou U$ 15 bilhões com essa fonte de receita.