Andrea Hanks

Em reunião da cúpula do G7, na cidade de Biarritz, na França, o grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, concordou nesta segunda-feira (26) sobre a necessidade de liberar 20 milhões de euros (aproximadamente R$91 milhões) para combater as queimadas na Floresta Amazônica.

As sete maiores economias do mundo, além de combater os incêndios, irão apoiar um plano de reflorestamento da Amazônia, que será apresentado ao final de setembro na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou, em 48 horas, aproximadamente 2.500 focos de incêndio em todo o Brasil. Três dias após a divulgação do aumento dos incêndios, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, realizou uma reunião de emergência para criar uma força-tarefa com o objetivo de controlar o fogo.

O Ministério da Defesa informou no sábado (24), que haviam 44 mil soldados à disposição. Os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), também começaram a ser usados no final de semana.

Inicialmente, Bolsonaro havia criticado a reação internacional sobre o assunto. Por outro lado, alguns países defenderam boicotes a produtos agrícolas e à carne brasileira. O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, informou que seria difícil imaginar a União Europeia ratificando o acordo com o Mercosul enquanto as queimadas destroem a Amazônia.

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