Mark Schiefelbein/AP

            O uso da tecnologia de reconhecimento facial parece ser parte inevitável da realidade nos próximos anos, mas a União Europeia pretende desde já criar entraves para que seu uso não seja indiscriminado.

Bruxelas vem estabelecendo propostas que incluiriam conceder aos cidadãos o poder de definir limites que empresas teriam para usar dados colhidos por meio de seu reconhecimento via inteligência artificial.

O debate ganha corpo agora uma vez que o uso de biometria facial começa a ser testado para  identificar indivíduos em meio a multidões e inclusive pequenos grupos: na última quarta-feria (21) uma escola na Suécia foi multada por usar o reconhecimento facial para verificar a presença dos alunos em sala de aula.

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