REUTERS/Jonathan Ernst

            O governo chinês não ficou satisfeito com o anúncio do aumento das tarifas sobre produtos chineses feito pela administração Trump. E o comunicado posterior dos americanos, dando conta de que parte das mercadorias em que as novas taxas incidiriam — como roupas e produtos eletrônicos — só entraria no bolo após as festas de fim de ano, não serviu para amenizar uma guerra tarifária que já entra em seu segundo ano. E então Donald Trump resolveu falar sobre Hong Kong.

Por meio de uma mensagem no Twitter, o presidente dos Estados Unidos afirmou que conhece Xi Jinping “muito bem” e sugeriu que o líder chinês se encontrasse pessoalmente com os manifestantes em Hong Kong para remediar os protestos que há semanas paralisam aeroportos e têm provocado ondas de violência pelo país.

Acontece que a China não admite qualquer tipo de interferência em assuntos internos. Hong Kong, em especial, tornou-se um nervo fora do lugar. Inclusive com suspeitas de parte da comunidade internacional de que a qualquer momento Pequim possa interferir militarmente na região.

Uma reposta retaliando as medidas americanas e o comentário impróprio de Trump é aguardada.

 

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