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A balança comercial teve superávit de US$ 633 milhões nas duas primeiras semanas de agosto, com exportações no valor de US$ 6,114 bilhões e importações de US$ 5,480 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 136,114 bilhões e as importações, US$ 107,005 bilhões, com saldo positivo de US$ 29,108 bilhões.

Quanto à análise do mês, as exportações, ao comparar as médias até a segunda semana de agosto (US$ 873,4 milhões) com a de agosto do ano passado (US$ 929,4 milhões), retraíram 6,0% por conta da queda nas vendas de produtos manufaturados (-17,3%, de US$ 377,6 milhões para US$ 312,2 milhões, em razão de centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, automóveis de passageiros, laminados planos de ferro ou aço, tubos flexíveis, de ferro ou aço, óleos combustíveis, veículos de carga) e básicos (-4,4%, de US$ 459,9 milhões para US$ 439,5 milhões devido a soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, carne bovina, minério de manganês e minério de cobre). Contudo, foi percebido um aumento na venda de produtos semimanufaturados (+32,4%, de US$ 91,9 milhões para US$ 121,7 milhões por conta de semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, açúcar em bruto, ferro fundido, ouro em formas semimanufaturadas). Em comparação a julho deste ano, nota-se um incremento de 0,2%, por conta da subida nas vendas de produtos semimanufaturados (+16,8%, de US$ 104,2 milhões para US$ 121,7 milhões) e manufaturados (+8,7%, de US$ 287,1 milhões para US$ 312,2 milhões). Por outro lado, diminuíram as vendas de produtos básicos (-8,6%, de US$ 480,6 milhões para US$ 439,5 milhões).

No caso das importações, a média diária até a segunda semana de agosto deste ano, de US$ 782,9 milhões, foi 4,1% inferior à média de agosto do último ano (US$ 816,4 milhões). Nessa comparação, houve queda nos gastos, sobretudo com veículos automóveis e partes (-35,4%), cobre e suas obras (-35,1%), combustíveis e lubrificantes (-33,8%), alumínio e suas obras (-24,7%), adubos e fertilizantes (-15,5%). Em relação a julho de 2019, apontou um crescimento de 1,4% causado pelo aumento nas compras de equipamentos mecânicos (+100,2%), siderúrgicos (+13,4%), equipamentos eletroeletrônicos (+12,9%), instrumentos de ótica e precisão (+11,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (+8,6%).