Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) detém o monopólio dos benefícios de risco não programados, como por exemplo, auxílio-doença, salário-maternidade e outros. O INSS gasta aproximadamente 22% da despesa anual com esses benefícios. 

Deste modo, o governo está elaborando um projeto de lei com o objetivo de abrir o mercado para empresas privadas atuarem nesse setor. Segundo o texto da reforma da Previdência, que estabelece a medida, o INSS ficará com a função exclusiva de cuidar das aposentadorias e parte das pensões. 

De acordo com representantes do governo, abrir o mercado e fomentar a competitividade significa investir em ambientes de trabalho mais seguros, que possam prevenir acidentes e facilitar a reintrodução de um trabalhador em reabilitação na empresa.

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