Jim Watson/AFP/Getty Images

O segundo debate entre candidatos à nomeação para concorrer à Casa Branca, promovido pelo canal CNN, revelou um cenário repetido, ao menos para quem assistiu ao debate anterior, há cerca de um mês, pelo canal Telemundo. É que o ex-vice-presidente, Joe Biden, voltou a ser o alvo preferido de seus colegas postulantes.

Até aí nada demais. Como líder disparado nas pesquisas, era de se esperar que os outros concorrentes buscassem expor suas fragilidades a fim de acirrar a disputa. Contudo, o tom impressionou. Houve quem ignorasse a pergunta dos moderadores para se dirigir a Biden, como foi o caso do prefeito de Nova York, Bill de Blasio, e até quem buscasse declarações polêmicas feitas na década de 80.

Nada causou mais rebuliço nas hostes democratas, porém, do que os seguidos ataques ao legado deixado pelo último presidente democrata, Barack Obama. Nas mesas-redondas que se seguiram ao debate, houve quem questionasse o inusitado: “Trump reclama há anos da administração Obama, mas ele não poderia imaginar que teria como aliados concorrentes ao Salão Oval”.

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