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              E o ex-procurador especial, Robert Mueller, apresentou-se pela primeira vez diante de uma comissão montada pelo Congresso desde abril, quando foi liberado seu relatório sobre uma possível conspiração entre russos e a campanha do então candidato Donald Trump, para manipular as últimas eleições americanas. E decepcionou. Pelo menos o grupo de congressistas democratas que via no encontro uma possibilidade de impulsionar afastamento do presidente americano.

Mueller foi lacônico. Inclusive, durante a maior parte do tempo obrigou a oposição a ler o relatório. Como prêmio de consolo, talvez os democratas usem sua afirmação de que pode vir a processar Trump quando este deixar a presidência — uma vez que, pela Constituição americana, um mandatário não pode ser indiciado criminalmente.