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Não é uma regra, mas é como se fosse: quando uma empresa toma conhecimento de que seus números tendem a não corresponder às previsões de analistas e investidores, busca fazer anúncios que de algum modo atualizem as referências adotadas pelo mercado. Mas a Netflix não é qualquer empresa.

Assim, quando se divulgou no dia de ontem um dos números que primeiro são observados, o de assinantes, o choque foi inevitável. Ao longo do segundo trimestre, a gigante de streaming amealhou mais de 2,7 milhões assinantes. Agora conta com 151 milhões e meio no mercado global. O problema é que as previsões apontavam para quase 5 milhões de novas assinaturas.

Muitos se assustaram, outros chegaram a ponderar que, afora este item, nem de longe insignificante, outros patamares de peso aos olhos de Wall Street foram alcançados, como vendas e lucro. Este último, inclusive superou as expectativas.