Ricardo Moraes/Reuters

No início de setembro de 2018, o Museu Nacional do Rio de Janeiro foi praticamente todo destruído por um incêndio. O museu guardava um dos maiores acervos sobre a pesquisa em história natural e antropológica da América Latina. Os três andares do prédio viraram cinza.

Dentre as peças carbonizadas estão amuletos egípcios, fóssil de crocodilo, artigos de artesanato milenares, o caixão de uma múmia e ainda, o crânio de Luzia,  o fóssil humano mais antigo das Américas. Por sorte, Luzia teve seu crânio e fêmur parcialmente encontrados entre os escombros do museu.

Alguns pesquisadores brasileiros estão utilizando as novas tecnologias para favorecer a cultura e patrimônio científicos do Brasil: impressoras 3D constroem réplicas das peças do museu  com as cinzas das mesmas. As impressões serão usadas para reconstruir peças ou reparar os danos e alterações causados nas peças encontradas.