(Foto: REUTERS/Carlos Barria)

Após inúmeros alarmes desde o início da guerra comercial entre Estados Unidos e China, culminando com a recente postura americana de iniciar uma campanha contra a gigante chinesa Huawei, alegando que esta poderia servir para propósitos de espionagem por parte dos asiáticos, a Apple decidiu se posicionar de maneira formal.

Em carta ao Escritório de Comércio Americano (U.S. Trade Representative), a empresa de Cupertino pediu que o presidente Donald Trump exclua os seus produtos da lista de bens fabricados na China que podem sofrer até 25% de sobretaxa.

O argumento usado por Tim Cook não poderia ser outro: a Apple gera cerca de 2 milhões de empregos nos EUA e planeja contribuir nos próximos 5 anos com mais de U$ 350 bilhões em investimentos.