O ministro da Justiça, Sergio Moro, poderá enfrentar sérios percalços para ser nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Se aprovado, o pacote “anticrime” apresentado pelo Ministério da Justiça, e defendido por Moro impedirá um desejo manifestado pelo presidente Jair Bolsonaro neste domingo (12/5): indicar o ex-juiz para a próxima vaga no Supremo Tribunal Federal.

Isso porque a 29ª medida do projeto de lei proíbe a indicação ao STF de quem tenha, nos quatro anos anteriores, “ocupado mandato eletivo federal ou cargo de procurador-geral da República, advogado-geral da União ou ministro de Estado”.

A próxima vaga no Supremo deve abrir com a aposentadoria do decano da corte, ministro Celso de Mello, em novembro de 2020.