O presidente Jair Bolsonaro, esteve em viagem oficial ao Chile, por três dias. Durante a viagem, teve um encontro com presidentes da América do Sul, reuniões bilaterais com o presidente chileno, Sebastián Piñera, e com empresários.

Em reunião bilateral, os presidentes do Brasil e do Chile destacaram o momento “particularmente auspicioso” do relacionamento entre os países e anunciaram a intenção de aprofundar o compromisso de ambos com a democracia, as liberdades individuais, a paz, a segurança internacional e o desenvolvimento econômico da América do Sul.

Na ocasião, os presidentes brasileiro e chinelo ratificaram os termos do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Aliança do Pacifico para uma área de livre comércio. A partir de julho, o Brasil exercerá a presidência-pro tempore do Mercosul e Chile estará à frente da Aliança do Pacífico. O presidente chileno também manifestou apoio ao ingresso do Brasil na OCDE.

Bolsonaro esteve reunido com empresários chilenos da Sociedade Fabril do Chile (Sofofa). Durante a reunião, destacou que aprovação das reformas propostas é fundamental para o crescimento da economia brasileira e desenvolvimento do comércio exterior do Brasil

Prosul

Em sua estreia, o Prosul reúne Argentina, Chile, Paraguai, Brasil, Peru, Equador e Guiana. Os países integrantes não reconhecem Nicolás Maduro, mas sim, Juan Guaidó como presidente da Venezuela. O Chile exerce a presidência-pro tempore.

A Bolívia, Uruguai e Suriname participaram da redação da Declaração de Santiago do Chile, mas como reconhecem Maduro como presidente, não entram no Prosul, por enquanto.

O presidente chileno declarou que o Prosul “trata-se de uma instância de diálogo, de cooperação e de entendimento. Apesar de não ser um fórum ideológico, dele só participam países que tenham compromisso com a democracia. Por isso, esperamos que a Venezuela venha se juntar a nós, em breve”, declarou Piñera