Donald Trump, foi eleito nesta quarta (9) o 45o presidente dos Estados Unidos. Derrotou a ex-secretária de Estado Hillary Clinton e contrariou a maioria das pesquisas. Sem uma carreira política Trump desbancou 16 pré-candidatos republicanos na campanha mais polarizada dos últimos tempos. Polêmico levantou multidões e conquistou o americano médio farto da velha política representada por Hillary. Em uma campanha agressiva, Trump não poupou ataques à sua adversária e saiu vitorioso mesmo depois de ter insultado imigrantes mexicanos, muçulmanos, mulheres e pessoas com deficiência. O mundo não sabe como será a politica externa de Trump e o mercado financeiro reagiu negativamente à vitória republicana. (Folha)

Temer não se preocupa com cassação no TSE

Em entrevista à uma rádio, o presidente Michel Temer falou sobre ação que corre no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com relação à chapa Dilma-Temer. O presidente disse não ter preocupação com isso e criticou segmentos do PT que tentam criminalizá-lo, como uma retaliação pelo afastamento de Dilma. Diz que aceitará a decisão do Judiciário caso se comprove algo contra ele, mas que é um processo longo até que tudo seja apurado e resolvido.”Eu sou extremamente obediente às instituições. Se um dia lá pra frente, quando todos os recursos forem eventualmente interpostos , se o Judiciário decidir no sentido negativo, eu obedeceria a decisão do Judiciário. Mas tenho a mais absoluta certeza, convicção de que isso não acontecerá”, disse. Disse também não ter preocupação com uma delação premiada de Eduardo Cunha e que confia na ação do Judiciário. (Estadão)

Vitória de Trump afeta mercado financeiro

O resultado das eleições americanas já tem reflexo no mercado financeiro. O dólar fechou a R$3,211 com alta de 1,38%. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em queda de 3,5% depois da vitória de Donald Trump. O Ibovespa opera com desvalorização de 1,38% aos 63.290 pontos e R$ 9,4 bilhões em volume financeiro negociado. O mercado brasileiro acompanhou o movimento internacional abrindo em queda e fechando com ganhos. O mercado começa a digerir a eleição do republicano, avaliando as perspectivas de forma não tão negativa como se previa. (O Globo)