O presidente Michel Temer considerou que foi “processualmente correta” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki de suspender a operação Métis, da Polícia Federal, que prendeu na semana passada quatro servidores do Senado Federal.

— O que posso dizer é que processualmente foi uma medida correta. No Judiciário você tem uma instância que decide de uma maneira. A instância superior decide se mantém a decisão ou não — disse Temer, pontuando que não entraria no conteúdo da decisão do ministro. (O Globo)

Juízes entram com ação contra Renan no Conselho de Ética do Senado

Cinco juízes protocolaram uma representação contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no Conselho de Ética. Os magistrados pedem que o colegiado avalie a possível quebra de decoro parlamentar nas recentes declarações com críticas ao Judiciário e ao ministro da Justiça.

A ação é assinada por juízes de diferentes varas dos Estados de Pernambuco, Minas Gerais, Goiás e São Paulo. No documento, eles narram as frases ditas por Renan em entrevista coletiva na segunda-feira, 24, quando o senador chamou o magistrado que autorizou a operação da PF contra o Senado de “juizeco” e o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, de “chefete de polícia”. (Estadão)

Viúva de Amarildo registra queixa contra campanha de Crivella

A viúva do pedreiro Amarildo de Souza, Elizabete Gomes de Souza, registrou queixa por constrangimento contra a campanha do senador e candidato a Prefeitura do Rio pelo PRB Marcello Crivella.

Segundo Elizabete, cerca de 12 homens que se identificaram como sendo da campanha de Crivella foram a sua casa, no alto da favela da Rocinha, zona sul, às 23h da última terça-feira (25).

O objetivo seria o de gravar uma fala dela para a campanha, com declarações contra o rival.

Em seu depoimento, prestado nesta quinta-feira (27), na 11ª DP, em São Conrado, ela afirma que os homens deram R$ 190 para ela comprar drogas antes da gravação. (Folha)