Em uma cerimônia de ações de gestão para a melhoria da saúde pública, onde o ministro da Saúde, Ricardo Barros, fez um balanço dos últimos quatro meses e anunciou que a pasta conseguiu economizar R$ 1 bilhão, o Presidente Michel temer aproveitou para defender o seu governo de, segundo ele, “versões mentirosas” acerca das medidas que serão tomadas com relação a saúde, educação e direitos dos trabalhadores. Temer disse que vai combater a desinformação veiculada nas redes sociais com os resultados das ações que o governo tomará, medidas baseadas em “responsabilidade fiscal que é pressuposto do governo”. Afirmou que serão feitos sacrifícios, “mas (…) não vai tirar direito de ninguém”. (Estadão)

Grace Mendonça, primeira mulher no governo Temer e na chefia da AGU

Grace Maria Fernandes Mendonça se tornou a primeira mulher tanto na chefia da AGU como no Ministério do governo do presidente Michel Temer. Foi assessora técnica dos últimos cinco ministros a AGU e agora ela está no comando. Respeitada pelo STF, venceu várias causas na Corte e é sempre recebida nos gabinetes para discutir processos importantes para o governo na pauta do tribunal. Ela substitui Fabio Medina Osório e seu histórico de atuação aponta para uma gestão notadamente técnica. Grace pode acumular a chefia da AGU com a participação na Comissão de Anistia, ligada ao Ministério da Justiça, que julga pedidos de reparação a perseguidos políticos pela ditadura, o cargo não é remunerado e não há nenhum impedimento segundo as regras da comissão. (O Globo)

Centrão articula sucessão com oposição

Um dia depois da cassação do mandato de Eduardo Cunha, o grupo de 13 partidos, conhecido como Centrão, articula uma aproximação com a oposição, principalmente PT, PDT e PCdoB. O grupo busca o apoio a um candidato próprio na eleição para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara. A estratégia pode prejudicar o governo. Em troca, o Centrão acena com discurso de que poderá estar ao lado dos opositores defendendo mudanças em pautas econômicas importantes, como o teto de gastos públicos e a reforma da Previdência. (Estadão)