Na semana passada, o afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República completou dois meses sem que ela tenha conseguido avançar em seu principal objetivo: obter mais votos de senadores contra o impeachment. Aliados da petista continuam dizendo que é possível mudar o placar, que, hoje, apresenta uma boa margem a favor do impeachment. Mas, aos poucos, Dilma já está retirando seus objetos pessoais do Palácio da Alvorada — que terá que desocupar caso o impeachment se confirme — e levando-os para seu apartamento em Porto Alegre. (O Globo)

Incerteza jurídica isola candidatura de Celso Russomanno

O deputado Celso Russomanno (PRB) lidera com folga as pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura de São Paulo, mas a insegurança jurídica que ameaça a confirmação de sua candidatura afastou partidos que estavam próximos de fechar uma aliança em torno de seu nome. É o caso do PTB e do Solidariedade. O primeiro havia firmado um acordo informal de apoiá-lo em troca de indicar o candidato a vice, mas acabou migrando para a pré-candidatura da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP). (UOL)

Dívida de diretor da Fiesp com a União é de R$ 6,9 bi

O empresário Laodse de Abreu Duarte, um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é o maior devedor da União entre as pessoas físicas. Sua dívida é maior do que a dos governos da Bahia, de Pernambuco e de outros 16 Estados individualmente: R$ 6,9 bilhões. Laodse – que já foi condenado à prisão por crime contra a ordem tributária, mas recorreu – é um dos milhares de integrantes do cadastro da dívida ativa da União, que concentra débitos de difícil recuperação. Além de Laodse, aparecem no topo do ranking dos devedores pessoas físicas dois de seus irmãos: Luiz Lian e Luce Cleo, com dívidas superiores a R$ 6,6 bilhões. (Estadão)