1. A reforma da Previdência deve ser aprovada até o final deste ano e passa a ter efeitos já em 2017, afirmou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Acrescentou que o governo do presidente interino Michel Temer planeja ainda mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O governo ainda não tem, segundo o ministro, proposta pronta de reforma trabalhista, mas essa será a prioridade depois de pronto o plano de reforma da Previdência. A intenção é mexer na CLT. “Se a Constituição é mudada aqui da forma que muda, por que não pode mudar a CLT?”, defendeu o ministro (Veja on line).
  2. O custo dos reajustes salariais dos servidores da União será maior do que o anunciado ontem pelo governo. A razão disso é que muitas categorias de funcionários ficaram fora dos 14 projetos de lei aprovados na noite de quarta-feira pela Câmara. Entre essas categorias estão algumas daquelas com maior poder de pressão, como os auditores e analistas da Receita Federal, os diplomatas, os delegados e agentes da Polícia Federal, os médicos do quadro do INSS e os analistas e técnicos do DNIT (Valor).
  3. A defesa da presidente afastada Dilma Rousseff vai recorrer ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, contra medida que acelera o rito do processo de impeachment no Senado. A ação questiona a decisão do presidente da comissão processante no Senado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), de acatar questão de ordem da senadora Simone Tebet (PMDB-MS), que reduz o cronograma estabelecido pelo relator em 20 dias. Após bate-boca entre os senadores, Lira propôs adiar a votação do calendário até a próxima semana para que o recurso ao presidente do Supremo possa ser apresentado (Estadão – p.A4).

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  • Henrique Meirelles reúne-se com presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini.