1. Apesar da expectativa de fechar 2016 com rombo de R$ 170 bilhões, o governo Temer e sua base na Câmara concordaram com a aprovação de reajuste para o funcionalismo federal – Executivo, Judiciário e Legislativo, além do Ministério Público –, com impacto de R$ 58 bilhões até 2019. Represados na gestão de Dilma, 15 projetos de lei que estabelecem reajuste e benefícios ao funcionalismo foram aprovados entre a noite de quarta e o início desta madrugada. A de maior impacto foi o aumento do salário dos ministros do STF, cujo rendimento passou de R$ 33.763 para R$ 39.293 (Folha).
  2. O presidente em exercício Michel Temer empossou ontem pela manhã os novos presidentesda Petrobras (Pedro Parente); do Banco do Brasil (Paulo Rogério Caffarelli); da Caixa Econômica Federal (Gilberto Occhi); do BNDES (Maria Silvia Bastos) e do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas – Ipea (Ernesto Lozardos). O Palácio do Planalto também anunciou ontem o nome do jurista Torquato Jardim como o novo ministro da Transparência, Fiscalização e Controle, pasta que substituiu a Controladoria-Geral da União (CGU) – (G1).
  3. O senador Romário (PSB-RJ) renunciou à vaga de titular na comissão especial do impeachment e será substituído pela senadora Lúcia Vânia (PSB-GO). Em nota publicada em sua página no Facebook, o senador argumenta que votou pela admissibilidade do processo de impeachment, o que levou ao afastamento temporário de Dilma, para que se pudesse aprofundar as investigações contra ela. Ele diz que não tem posição definida sobre o julgamento final e que votará “guiado por sua consciência” e “buscando o melhor para o país” (Folha).

Eventos:

  • 9h – IBGE divulga produção industrial de abril.
  • 10h – Comissão do impeachment do Senado analisa proposta de trabalho do relator Antonio Anastasia.