Recém-empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Gilmar Mendes fez questão de esclarecer logo que continuará relator das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff. Embora a contabilidade tenha sido aprovada pelo plenário da corte em dezembro de 2014, logo depois das eleições, Gilmar continua enviando indícios de irregularidades para órgãos de investigação, uma atitude pouco usual que irritou o governo Dilma e o PT. Como presidente do tribunal, o ministro poderia ter delegado a relatoria a um colega, mas não quis fazer isso. (O Globo)

Temer desautoriza ministro e diz que mantém lista tríplice para procurador-geral

O presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), desautorizou na manhã desta segunda-feira, 16, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que defendeu, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que o governo não nomeie o procurador-geral da República a partir da tradição de escolher o mais votado de uma lista tríplice encaminhada pelo Ministério Público Federal. (Estadão)

Inquérito contra Dilma pode investigar ministro e presidente do STJ

O pedido de abertura de inquérito feito pela Procuradoria-Geral da República ao STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar a suspeita de que o governo Dilma Rousseff tentou obstruir a Justiça, diante de tentativas de atrapalhar os desdobramentos da Lava Jato, também pode levar à investigação de integrantes do Judiciário.