1. Cercado de desafios, Michel Temer assume e fala em governo de “salvação nacional”. Presidente em exercício deu mostras de medidas econômicas que pretende adotar ao longo de seu governo. Reiterou compromisso com a manutenção de programas sociais e tratou da importância do diálogo. “O diálogo é o primeiro passo para enfrentarmos os desafios para avançar e garantir a retomada do crescimento”, disse (Veja on line).
  2. Para acelerar a tramitação do processo de impeachment contra Dilma, não haverá recesso no Congresso Nacional no mês de julho. Decisão foi anunciada por Renan Calheiros (PMDB-AL), após reunião com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski. A partir de agora, o processo será conduzido por Lewandowski, que assinou um mandado de citação abrindo prazo para que a presidente apresente sua defesa em até 20 dias. Dilma está afastada por até 180 dias, mas o Senado deseja concluir o processo antes disso (O Globo – p.24).
  3. A agência de classificação de risco Moody’s alertou que a votação no Senado que levou ao afastamento de Dilma não vai erradicar a incerteza política no país. “Como tal, o impeachment da presidente Dilma Rousseff não altera nossa visão sobre as perspectivas de crédito e o atual ambiente permanece consistente com o rating ´Ba2´ e com perspectiva negativa atribuídos em fevereiro”, afirmou a analista sênior para ratings soberanos da Moody’s Samar Maziad em nota (Folha).

Agenda

  • Presidente da República em exercício, Michel Temer, realiza primeira reunião ministerial.