1. O vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) fez outra oferta ao senador José Serra (PSDB-SP) para integrar sua futura equipe: o Ministério de Relações Exteriores, assumindo atribuições da área de comércio exterior, hoje com o Ministério do Desenvolvimento. Segundo a Folha apurou, o tucano estava resistindo a aceitar o convite para um ministério da área social, Saúde ou Educação. Diante desta resistência, Temer decidiu fazer a nova proposta ao senador, que ainda não deu resposta (Folha). Serra integrará um “núcleo duro” da economia, do qual também devem fazer parte Henrique Meirelles, na Fazenda, Romero Jucá, no Planejamento, e Moreira Franco, em uma supersecretaria ligada à Presidência. Caberá a ela coordenar concessões, parcerias público-privadas (PPPs) e privatizações. A missão do quarteto é reerguer a economia, que caminha para seu segundo ano de retração (Estadão – p.A4).
  2. Em um aceno público ao PSDB, o vice-presidente Michel Temer afirmou que não será candidato à sucessão presidencial em 2018 e que apoiará proposta de fim da reeleição no país caso seja apresentada ao Congresso Nacional. A declaração teve como objetivo atrair o apoio das diferentes alas do maior partido de oposição. O fim da reeleição daria a ele maior liberdade para fazer reformas estruturais, como a previdenciária e política (Folha).
  3. Um grupo de senadores de diversos partidos (PMDB, PSB, Rede, PDT, PSD, PC do B e PT) encaminhou ontem carta a Dilma pedindo que ela aceite renunciar ao mandato e apoie uma proposta de emenda constitucional com o objetivo de convocar novas eleições em outubro para um mandato tampão de dois anos. Os senadores pediram ainda que Dilma mande ao Congresso proposta de plebiscito sobre o fim do governo, que viabilize novas eleições para driblar a impossibilidade constitucional (O Globo).

Agenda

  • 9h – Comissão do Impeachment ouve José Eduardo Cardozo e Nelson Barbosa.
  • 9h – IBGE divulga Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (Pnad Contínua) do 1º trimestre.