1. Após encontro com Michel Temer, no Palácio Jaburu, o presidente da FIESP, Paulo Skaf, disse que o vice-presidente não é a favor de aumentos de impostos e nem da volta da CPMF. “Ele ouviu atentamente a tudo isso (propostas) e não é a favor de aumento de impostos”, disse. “Eu vim conversar com o vice-presidente e tentar mostrar a realidade que as empresas, que as pessoas, estão passando. Há uma falta de total confiança no atual governo, na atual presidente, e essa falta de confiança faz com que os investimentos parem, e faz com que o consumo também pare, por insegurança do emprego”, disse (G1).
  2. Em estratégia articulada com Lula e com o PT, os movimentos sociais preparam uma ofensiva contra o vice-presidente da República, Michel Temer, e o PMDB, para os próximos dias, com mobilizações e paralisações em todo o país. Nesta semana, o MTST bloqueará entre 30 e 40 rodovias e avenidas em 10 estados, contra um provável governo Temer. No domingo, as entidades populares se reunirão para fazer do 1º de Maio um dia de luta contra o impeachment de Dilma. A ideia é reforçar que Temer não terá legitimidade nem respaldo popular para aprovar as principais medidas de sua gestão (Valor).
  3. Placar do impeachment no Senado, elaborado pelo Estadão, indica 48 votos a favor do processo, 20 contra com três senadores indecisos, nove que não quiseram se manifestar e uma provável ausência. São necessários votos de 41 senadores para a admissibilidade do pedido aprovado na Câmara há uma semana. A possível ausência é do ex-ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB-AM), que saiu do posto e entrou em licença médica (p.A10).

Eventos:

  • Senado elege comissão que do impeachment.
  • Tesouro divulga o Relatório Mensal de Dívida Pública em março.