O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), criticou nesta quarta-feira o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-AL), por ter avisado que não votará matérias de interesse do governo Dilma Rousseff. Renan disse que a “paralisia de votações” seria “muito ruim” para o país. O senador também demonstrou que ficou irritado com as críticas de Cunha ao calendário adotado no Senado. Renan disse que não deve haver interferência de uma Casa na outra. Na véspera, Cunha disse que não colocaria matérias em votação, brincando que, se colocasse, seria para derrubar. (O Globo)

TSE começa a produzir provas em processo contra Dilma e Temer

A ministra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Maria Thereza de Assis Moura determinou o início da produção de provas nas ações que pedem a cassação da presidente Dilma Rousseff e do vice, Michel Temer. Nesta fase, serão ouvidos delatores da Lava Jato, solicitados compartilhamento de provas sobre o esquema de corrupção da Petrobras ao juiz Sergio Moro e ao STF (Supremo Tribunal Federal), além de iniciadas perícias solicitadas pelo PSDB em empresas que prestaram serviços para a campanha presidencial vitoriosa, mas que estão sob suspeita de irregularidades. (Folha)

Desemprego acelera e chega a dois dígitos no trimestre até fevereiro

Se 2015 foi o ano de a inflação bater os dois dígitos, agora é a vez de o desemprego atingir tal marca. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 10,2% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa registrada desde o início da pesquisa, em janeiro de 2012. (Estadão)