Destaque dos jornais:

  • Uma série de eventos decisivos para os rumos da política nacional tende a encontrar seu desfecho em um mesmo mês de 2016. A conclusão dos processos de impeachment contra Dilma, a cassação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Conselho de Ética, e a possível rejeição às contas presidenciais de 2014 devem convergir para março. Eduardo Cunha afirmou que os desenlaces das ações podem se chocar e tendem a se influenciar mutuamente.
  • O procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da força-tarefa da investigação federal com base em Curitiba, avaliou que a medida provisória 703 permitirá ao governo barrar o avanço das investigações da Operação Lava-Jato, garantindo que as empresas investigadas celebrem acordos sem revelar fatos novos, e que os partidos da base aliada preservem esquemas espúrios de financiamento ilícito.
  • Área econômica avisa que não cederá às pressões do PT pelo uso das reservas internacionais para financiar obras e investimentos. No Palácio do Planalto, o ministro Ricardo Berzoini é um dos defensores desta e de outras ideias mais heterodoxas. Ele é hoje a principal voz do PT dentro do governo. Prega internamente as bandeiras de seu partido e, como a legenda, defende guinada audaciosa na política econômica.